
Imagine uma lagarta. Passa grande parte de sua vida no chão, olhando os pássaros, indignada com seu destino e com sua forma.
“Sou a mais desprezível das criaturas”, pensa. “Feia, repulsiva, condenada a rastejar pela terra”.
Um dia, entretanto, a natureza pede que faça um casulo.
A lagarta se assusta – jamais fizera um casulo antes. Pensa que está construindo seu túmulo, e prepara-se para morrer.
Embora indignada com a vida que levou até então, reclama novamente com Deus.
“Quando finalmente me acostumei, o Senhor me tira o pouco que tenho”.
Desesperada, tranca-se no casulo e aguarda o fim. Alguns dias depois, vê-se transformada numa linda borboleta. Pode passear pelos céus, e ser admirada pelos homens. Surpreende-se com o sentido da vida e com os desígnios de Deus.
Somos assim também em constante transformação... Em alguns momentos pensamos estar destinados a algo fixo, e, de repente, nos deparamos com a vida em movimento, trazendo coisas e pessoas que fazem a diferença em nossas vidas, levando-nos a novos caminhos, novos pensamentos, renascemos e florescemos em novos jardins...
Que bom! Vida é isso, movimento, mudanças, alegrias, tristezas, ganhos e perdas, mas tudo isso faz parte de um propósito muito maior para nossa vida e nosso crescimento como "Ser Humano"...
Beijos,
Sandra
Olá Sandra. Adorei essa analogia com a lagarta, casulo e borboleta. Isso é vida, é crescimento, é desenvolvimento, é autoconhecimento. Os processos às vezes, são dolorosos mesmo, mas valem a pena. Beijos e obrigada pela visita.
ResponderExcluirLinda mensagem. Tudo é aprendizado e se aceitarmos a nossa vida como ela é, estaremos caminhando ao encontro de nós mesmos.
ResponderExcluirCoração, um beijo no coração!!!
É verdade amigos!!!
ResponderExcluirVale a pena viver, aprender, sorrir, chorar e encontrar-mo nos conosco mesmos...Um grande beijo a todos e obrigada pela visita!!!!