terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Que...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O cachorrinho manco

domingo, 4 de dezembro de 2011
Desencanto
Senhor!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Encerrando ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Viagem de trem

quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Todos os dias...
Todos os dias...
Despeço-me do que fui e me concentro no que sou agora,
Conservando em meu ser apenas as lições do outrora,
Que me valeram ricos aprendizados
Na dor, na alegria, nas quatro estações de minha alma...
Que agora, radiante, me mostra o porvir,
Sorrindo para mim, acenando-me a Esperança,
Anunciando a bem-aventurança, que de mim,
Como criança, eclode mil maravilhas,
Quando do Éden de minha Consciência em Deus,
Me deslumbro no Adeus.
Todos os dias o sol me inunda de puríssima luz branca,
E minhas lágrimas de gratidão alcançam os céus de meu Espírito.
As nuvens brincam Comigo
E me faz permanecer Contigo,
Dentro de mil arco-íris colorindo o Dia,
E assim penso que minha espiritual alforria
Está cada vez mais perto de Mim.
Todos os dias eu Te vejo,
E quero cantar a melodia dos ventos,
Quero aprofundar-me no Oceano de Conhecimentos
Que me farão mais amorável,
Que me farão caminhar
Pelos caminhos do meu amar,
No mar de ilusões desfeitas,
De antigas rotas direitas,
Que me mostram o infinito,
Para muito além de um sentido grito,
Que um dia me fez implorar:
Meu Deus, meu Deus, onde Você está???
Todos os dias agradeço
Porque sei que mereço voar.
Sei que alcanço o que quiser alcançar,
Quando tomo coragem do meu casulo sair
E qual linda borboleta, voar...
Rumo ao incerto, mas feliz,
Feliz aqui e agora,
Feliz em qualquer lugar!
Todos os dias Te reclamo, meu Deus!
Requisito em Mim Tua Presença,
Que um dia me retirou da descrença,
Porque me fizestes ver que dentro de Mim residias,
Colorindo eternamente meus dias...
E me fazendo por tantas alegrias,
Chorar...
Porque aos poucos estou aprendendo
À Ti, à Tudo, à Todos os seres
Amar! Amar! Amar!
Todos os dias empreendo minha última ação
E recomeço a agir no primeiro segundo seguinte,
Com a maestria e o requinte,
De poder estar sempre presente,
No fluir,
No devir incomensurável de cada instante...
Que me faz sentir
Sabores de eternidades,
Para muito além das saudades
Daquele que fui um dia...
Mergulhando profundamente em Mim
E assim encontrando no silencio
De meu ser...
O Amor
O Amor
O Amor...
Ivanildo Falcão da Gama
http://www.supraconsciencia.blogspot.com/
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Viagem interior...
Um dos maiores desafios no caminho do autoconhecimentoé aprender a olhar para dentro. Geralmente, costumamos procurar a raiz de nossos problemas e dificuldades no mundo exterior. O outro, as circunstâncias de nossa vida, o destino, são sempre, a nosso ver, os causadores de nossas derrotas, medos e angústias.
Ao iniciarmos a busca pela origem de nossos problemas, é fundamental que aprendamos a exercitar a auto-observação, um foco permanente na forma como reagimos ao mundo e às pessoas. Quanto mais dependente do exterior for nosso equilíbrio, mais difícil será nos libertarmos de nossas aflições.É preciso observar como reagimos aos acontecimentos que contrariam nossa vontade. Se ruminarmos por horas, dias, estaremos alimentando cada vez mais o ego, a parte de nosso ser que precisa de aprovação, atenção e incentivos para poder nos sentirmos felizes.
Quanto mais fundo formos nesse mergulho e encararmos nossas dificuldades com coragem, entendendo que elas são fruto de toda uma vida de condicionamento imposto a nós pelo mundo exterior, mais rapidamente entraremos em contato com nosso Eu verdadeiro. É importante que estejamos dispostos a vencer o medo da viagem interior, pois não é só se olhar, é assumir seus erros, a sua mania de culpar os outros por suas escolhas e enganos, muito trabalho teremos pela frente. Um medo inconsciente pode querer impedir esse aprendizado, mas é preciso encarar o desafio, se dispor a mudar,experimentar coisas novas, reformular sua visão de mundo, rever seus conceitos, preconceitos e ir a busca do seu Eu real...
Boa viagem ao seu interior, feliz auto-descobrimento
Beijos,
Sandra