sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sobre Príncipes e Sapos...
Muito além de uma porta

Mas também tem um preço: são inúmeras as outras portas que você descobre. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta.
Os erros podem ser transformados em acertos, quando, com eles, se aprende. A vida não é rigorosa: ela propicia erros e acertos. Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa: a cada sala em que se vive, descobre-se outras tantas portas. A vida enriquece a quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos, e generosamente oferece afortunadas portas.
Mas a vida também pode ser dura e severa: se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela sua frente. É a repetição perante a criação. É a monotonia cromática perante o arco-íris.
É a estagnação da vida. Para a vida, as portas não são obstáculos...
São apenas diferentes passagens...
O importante não é o resultado e sim a lição aprendida... Nada ocorre por acaso, portanto, seja o que for que tenhamos que passar é apenas o caminho para o nosso auto-conhecimento, auto-amor e auto-libertação das amarras aprendidas que não nos levam a nada e a possibilidade de abrirmos novas portas, novos caminhos, novos ideais em direção à felicidade!
Adorei esses gifs... Signos... Olhe o seu... Que fofo!!!
Você é o que deseja ser

João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade. Ao sair pela manhã, deu um longo beijo em sua amada, fez sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações.
Tomou café com a esposa e os filhos e os deixou no colégio. Dirigiu-se a uma das suas empresas. Cumprimentou todos os funcionários com um sorriso. Ele tinha inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos, contatos com fornecedores e clientes.
Por isso, a primeira coisa que falou para sua secretária, foi: "calma, vamos fazer uma coisa de cada vez, sem stress."
Ao chegar a hora do almoço, foi curtir a família. À tarde, soube que o faturamento do mês superara os objetivos e mandou anunciar a todos os funcionários uma gratificação salarial, no mês seguinte.
Conseguiu resolver tudo, apesar da agenda cheia. Graças a sua calma, seu otimismo.
Como era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar.
Depois, foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação.
Enquanto isso, Mário em um bairro pobre de outra capital, como fazia todas as sextas-feiras, foi ao bar jogar e beber.
Estava desempregado e naquele dia recusara uma vaga como auxiliar de mecânico, por não gostar do tipo de trabalho.
Mário não tinha filhos, nem esposa. A terceira companheira partira, cansada de ser espancada e viver com um inútil.
Ele morava de favor, num quarto muito sujo, em um porão. Naquele dia, bebeu, criou confusão, foi expulso do bar e o mecânico que lhe havia oferecido a vaga em sua oficina, o encontrou estirado na calçada.
Levou-o para casa e depois de passado o efeito da bebedeira, lhe perguntou por que ele era assim: "sou um desgraçado", falou. "meu pai era assim.
Bebia, batia em minha mãe. Eu tinha um irmão gêmeo que, como eu, saiu de casa depois que nossa mãe morreu, Ele se chamava João. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma."
Na outra capital, João terminou a palestra e foi entrevistado por um dos alunos: "por favor, diga-nos, o que fez com que o senhor se tornasse um grande empresário e um grande ser humano?"
Emocionado, João respondeu: "devo tudo à minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo.
Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego algum.
Quando minha mãe morreu, saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, Mário, que também saiu de casa no mesmo dia. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma."
O que aconteceu com você até agora, não é o que vai definir o seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir a tudo que lhe aconteceu.
Não lamente o seu passado. Construa você mesmo o seu presente e o seu futuro. Aprenda com seus erros e com os erros dos outros.
O que aconteceu é o que menos importa. Já passou.
O que realmente importa é o que você vai fazer com o que vai acontecer.
E esta é uma decisão somente sua. Você decide o seu dia de amanhã. De tristeza ou de felicidade. De coisas positivas ou de amargura, sem esperança.
Pense nisso!
Beijos,
Sandra
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Os cães sabem...

Os cães usam o tom de voz para escolher indivíduo mais gentil.
O labrador ao lado dá as costas para pessoa menos gentil e se aproxima da generosa.
O tom de voz tem um papel importante no "julgamento".
Os cachorros são muito bons em interpretar interações sociais entre as pessoas.
Essa foi a conclusão de Sarah Marshall-Pescini, da Universidade de Milão, na Itália, que testou a inteligência canina.
Os cientistas já sabiam que o melhor amigo do homem, fica de mau humor quando é tratado de forma injusta e que sabe quando está sendo observado.
Sabiam inclusive, que alguns cães até aprendem o significado de mais de mil palavras.
Mas o que não se sabia era que os cachorros conseguem tirar conclusões sobre o carater das pessoas simplesmente ao observar como elas tratam umas ás outras.
A informação foi revelada nesta quarta-feira (13) pela revista científica New Scientist.
Para mostrar como os cachorros são bons em "estudar" os humanos, Sarah e sua equipe fizeram os animais observar com que rapidez dois atores repartiam cereais e pedaços de salsicha com um mendigo que apareceu implorando por um pedaço. Depois que o mendigo foi enxotado com um gesto duro e um sonoro "Não" ou recebeu um petisco saboroso junto com algumas palavras amigáveis, os cachorros puderam escolher de qual ator queriam se aproximar.
Em dois terços das tentativas, os cachorros foram direto para a pessoa generosa.
E não se tratava de uma preferencia pela voz mais amigável.
Se o mendigo não estava presente e os cachorros não conseguiam distinguir quem era mais generoso, eles não tendiam mais a se aproximar do ator com voz gentil do que daquele que tinha uma voz mais dura.
No entanto , tudo indica que os cachorros usavam o tom de voz para julgar o carater porque, quando os atores usaram apenas gestos os cães tiveram muito mais dificuldade para escolher o mais gentil.
Os cientistas ficaram surpresos ao descobrir que a voz tinha mais impacto do que os gestos, explicou Sarah, acrescentando que até agora a maioria dos estudos sugeria que os cães eram mais observadores talentosos do que bons ouvintes. Afirmam ainda que as habilidades psicológicas dos cães foram desenvolvidas durante o processo de domesticação.
(Texto retirado da Rede Bichos publicado por Lale Rios)